Ele voltou apressadamente pra Cyber onde havia marcado um encontro com ela. Suas mãos suavam ele tremia. Não sabia se ria, se chorava, se se preocupava com a agora ex-namorada, não sabia de nada. Havia sido tomado pelo impulso de uma paixão mortífera.
-Olá! Voltei.
-O que você fez?
-Terminei.
-Você está bem?
-Não sei ao certo. Não sei de muita coisa.- Ele mostrava ansiedade nunca vista antes.
Ele respirou fundo. Sentou no vão mentre o vidro filmado da lan house e a rua.
Ela havia ficado de pé. Com seus olhos castanhos, cabelos e nariz perfeitos olhava a lua. Ao mesmo tempo olharam para um casal de idosos na esquina próxima ela respirou fundo e disse:
-Bu.
Ele ficou completamenteaturdido com a situação.
Existiam palavras que não se podiam compreender. Talvez porque não faziam parte da nossa habitual literatura, porém, aquela palavra falava mais. Mais do que todas as outras palavras que eles haviam trocado. No momento não havia nada. Nada em lugar algum apenas ela para ele e ele para ela.
-Eu sei.- Disse o aturdido menino.
Eu também.
Do meio das trevas sombrias Cris surgia com um sorriso largo e pretensioso.
-Água. Precisamos de água. vamos lá em casa pegar água o pessoal aqui tá com sede!
Eles concordaram e partiram. o trajeto estava cheio de obstáculos. Não obstáculos físicos e sim emocionais. A vontade dele era de expressar tudo o que sentia, porém não podia, pelo menos, sem parecer pretensiosa demais. Então, como sempre, armou um plano, simples, poré, mortal, saberia que poderia realizar suas esperas eternas de tê-lo em seus braços. Ele estava simplesmente aturdido e nervosíssimo com a situação.
-Vô só no banheiro rápido.
Cris parecia saber de tudo o que precisavam. Um cômodo vazio porém cheio de pretensões.
Ela, como já era de casa, abriu a geladeira e pegou uma garrafa verde com água bem gelada. Podia-se notar os pés dela tremendo.
Mais cedo havia uma história que na casa haviam ratos maiores que um braço humano. Acredite quem quiser o mestre Splinter havia visitado o local mais cedo apavorando a todos, especialmente os que tinham pavor de ratos.
Ele não aguentava mais a situação.
-Quero um abraço.
Estenderam os braços e enquanto seus corpos se aproximavam. Eles sentiam todo o carinho reprimido comover-lhes o peito. Uma sensação boa se espalhou pela casa, como se houvesse uma presença divina no local. prontamente segundos intermináveis depois eles se afastaram e serviram-se de água. Bastante água.
Eles queriam experimentar mais do carinho oposto
-Quero um beijo.
"O maior contato possível é o da alma.
Não preciso tocar sua pele.
Apenas seu coração.
Mas concordo, "ninguém é de ferro"."
2 comentários:
Então tá neh
:P
rs
Palavras não compreendidas, dito perfeito!
"O maior contato possível é o da alma.
Não preciso tocar sua pele.
Apenas seu coração.
Mas concordo, "ninguém é de ferro".
Sem comentários. rsrsrs
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